O Significado da Morte e o Processo de Luto nas Religiões Orientais: Igreja Messiânica

“Somos a síntese de um número incontável de antepassados”. (Meishu-Sama)

A morte faz parte do desenvolvimento humano. Em algum momento de nossa existência iremos partir em definitivo. Pois, este é o destino inexorável de todo ser vivo e, dentre esses, de todo ser humano. A morte se inscreve em cada um desde o nascimento. Contudo, quando falamos sobre a morte, é importante compreendermos como cada indivíduo, como a sociedade em que ele está inserido e como a religião que ele professa, a compreende. A crença religiosa professada pelo indivíduo é muito importante, pois é por meio dessa crença que ele fará a interpretação deste advento.

Dando continuidade aos posts sobre a compreensão da morte em determinadas religiões, abordaremos neste post a Igreja Messiânica. Exploraremos como os fiéis dessa religião de origem oriental se relacionam com a realidade da morte. Buscaremos compreender o significado de seus rituais, uma vez que estes diferem da maioria das religiões de cunho cristão.

A Igreja Messiânica Mundial foi fundada no Japão em 1º de janeiro de 1935 por Mokiti Okada, chamado pelos messiânicos de Meishu-Sama, que, em português, significa “Senhor da Luz”. A igreja Messiânica é um conjunto de conceitos baseados na multireligiosidade, espiritualismo e xintoísmo (religião adotada no Japão). No Brasil, a Igreja Messiânica Mundial começou sua difusão com a vinda dos primeiros missionários em novembro de 1954 e agosto de 1955, sendo esta última data considerada o ano oficial de sua instalação com a formação do primeiro membro messiânico em terras brasileiras. A igreja Messiânica também está presente em mais de 70 países.
A Filosofia de Mokiti Okada tem o objetivo de despertar a humanidade alertando-a para a realidade em que se encontra. Ela cultiva o espiritualismo e o altruísmo, faz o homem crer no invisível e ensina que existem espírito e sentimento não só no ser humano, mas também nos animais, nos vegetais e nos demais seres.
Um dos rituais mais importantes na religião messiânica é o Johrei, cujo o significado é “purificação do espírito”. A palavra é composta pelos ideogramas “joh” (purificar) e “rei” (espírito). Johrei pode ser compreendido também por “Batismo pelo Fogo“, que seria o ato de purificar o espírito do homem usando a energia do fogo, que está na luz de Deus. O Johrei é um método de canalização de energia espiritual (luz divina) que, segundo os adeptos, amplia a força de recuperação natural do homem. As ondas de energia são canalizadas a partir da Energia Cósmica Superior e podem ser transmitidas por qualquer pessoa adequadamente preparada. A aplicação da técnica é feita pela imposição das mãos e a purificação ocorre de forma gradativa.
Há um estudo inédito do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) e da Universidade do Arizona (Estados Unidos), que aponta o Johrei como uma terapia eficaz no tratamento da dor.

O objetivo principal da igreja Messiânica é a construção do Paraíso Terrestre – um mundo isento de doença, miséria e conflito – criando e difundindo uma civilização religiosa que se desenvolva lado a lado com o progresso material. Tem no Johrei o seu principal instrumento de difusão religiosa e atua em áreas distintas como arte, educação, cultura e meio ambiente. Meishu-Sama, seguindo o exemplo da natureza, em que tudo se desenvolve a partir de uma pequena forma ou de um pequeno modelo, iniciou, em 1945, no Japão, a construção de protótipos do Paraíso Terrestre, os quais chamou de Solos Sagrados. Foram construídos 3 Solos Sagrados fora do Japão: no Brasil, às margens da represa de Guarapiranga, na Tailândia e na África.

Na visão de seu líder espiritual e fundador, Meishu Sama, a vida e a morte devem ser motivo de alegria. Os messiânicos creem que o homem é composto de dois corpos: um físico, visível e finito, e um espiritual, invisível e eterno. Na interpretação da igreja Messiânica, quando as doenças ou a velhice deterioraram o corpo físico de um indivíduo, impedindo-o de cumprir as suas tarefas, o indivíduo abandona este corpo que não pode mais ser utilizado e o espírito retorna ao mundo espiritual, onde reinicia uma nova vida.
Segundo esta doutrina espiritual, geralmente o espírito abandona o corpo físico saindo por um dos três seguintes pontos: a testa, o umbigo ou a ponta dos pés. O espírito purificado – isto é, aquele que acumulou virtudes praticando o bem durante sua vida terrena – sai pela testa.
Na interpretação da igreja Messiânica quando a alma ingressa no mundo espiritual, começa, geralmente, a ser purificada de suas máculas. Dependendo da quantidade de suas máculas, ela viverá num plano mais alto ou mais baixo do mundo espiritual. A quantidade de máculas também irá determinar se o período de purificação será longo ou curto. Esse período pode variar de alguns poucos anos a centenas e milhares de anos. E quando o espírito está purificado até um certo grau, renasce por ordem de Deus.

Para compreendermos um pouco sobre os ritos de passagem da igreja Messiânica, eu tive a honra de entrevistar a fonoaudióloga Ivana Clark, membro e ministra dedicante da igreja, sobre questões que permeiam este tema. Abaixo seguem os principais pontos da entrevista.

Como os messiânicos compreendem a morte? Qual o seu significado?
Nós seres humanos somos constituídos de espírito e matéria. Para nós messiânicos, a morte é um processo natural no qual ocorre apenas a morte do corpo material e não do espírito. O espírito continua vivo e vai para o mundo espiritual recomeçar uma nova vida.
Essa separação do corpo espiritual do corpo material ocorre pela testa, umbigo ou pés, de acordo com o nível espiritual de cada um, e por diferentes razões, como por exemplo, doença, acidente ou velhice.
A morte significa que o homem terminou sua missão no mundo material, missão essa que foi determinada pelo Supremo Deus.
Embora a morte seja um processo natural e comum a todos nós, não é um processo fácil pelo nosso forte apego ao mundo material e esse processo se torna muito mais difícil para as pessoas que acreditam somente no mundo visível e, principalmente, para os que não têm uma religião ou não acreditam em Deus.

Quais são os rituais de passagem do mundo material para o mundo espiritual?
Os rituais funerários ajudam ao processo de desligamento. Inicialmente fazemos orações de comunicação ao espírito de sua nova condição, pois muitos não têm a consciência imediata de que partiram para o mundo espiritual devido ao forte apego ao mundo material. Procuramos ligar esse espírito ao Supremo Deus. Oferecemos flores e água (o espírito recém-falecido sente muita sede) comunicamos que pode ir em paz pois, continuaremos a cuidar do que ele deixou aqui.  O sentimento deve ser o de ajudá-lo no processo de desapego. É muito importante que os familiares procurem sentir paz e gratidão para que esse espírito possa fazer a transição da forma mais harmoniosa e tranquila possível. Assim que a pessoa morre, fazemos orações e cultos especiais, de dez em dez dias, até completar o 50º dia de falecimento.
Após completar 50 dias é realizado o Culto de Assentamento, onde ele deixa de ser espírito novo e é transferido através de uma cerimônia específica para o altar dos antepassados, onde será considerado também um antepassado. Depois realizamos o Ofício Religioso do 100° Dia de Falecimento. A partir do primeiro ano, ele recebe o título de Ofício Religioso de 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 30, 40, 50, 100… anos de falecimento. Até completar 1000 anos, o espírito é sufragado a cada 50 anos.

O que é o Sorei-Saishi?
É o Ofício Religioso de Assentamento e Sagração dos Ancestrais – é um ato Religioso realizado em intercessão dos espíritos intimamente relacionados com as famílias dos membros, de acordo com a liturgia da Igreja Messiânica Mundial.
Solicitar o Culto de Assentamento e Sagração dos Ancestrais e Antepassados (Sorei-Saishi) significa querer assentar o espírito do antepassado no mundo espiritual messiânico.
As orações, cultos, e oferendas permitem que os espíritos recebam muita luz e possam ser purificados se elevando mais rapidamente no mundo espiritual. Mas além da parte formal – que inclui o registro, rituais e datas – essa elevação só será possível de acordo com sentimento de gratidão, compaixão e amor com que forem realizados pelos descendentes. À medida que esses espíritos vão se elevando no mundo espiritual isso também se reflete na vida dos descendentes, em mais felicidade, paz e prosperidade. Em novembro, no Solo Sagrado do Brasil, e em agosto, no Solo Sagrado do Japão, realiza-se o Culto às Almas dos Antepassados, em que todos os espíritos são sufragados. Nesta ocasião, oramos para que eles possam cumprir suas missões no Mundo Espiritual.

Por que a Igreja Messiânica cultua os Antepassados?
Em primeiro lugar, devemos compreender que existimos, hoje, na condição de descendentes, mas no futuro existiremos na condição de antepassados. Nós, que vivemos atualmente, não somos seres surgidos do nada, sem relação ou ligação com nada. Na verdade, representamos a síntese de centenas ou milhares de antepassados e existimos na extremidade desse elo. Somos, portanto, seres intermediários de uma sequência infinita, formando uma existência individualizada no tempo. Em sentido amplo, somos um elo da corrente que une os antepassados com as gerações futuras. Recebemos influência deles e os influenciamos pelos elos espirituais que constituem a nossa linhagem familiar, a nossa árvore genealógica. Essa relação de influência recíproca pode ser melhor compreendida através do exemplo de uma árvore. Os antepassados representam a raiz, a parte oculta no solo. Os descendentes representam o tronco, os galhos, as folhas e os frutos, na parte visível no solo. Na realidade, cuidar da sobrevivência da árvore é cuidar não apenas da sua parte visível, mas principalmente da sua parte invisível. A Natureza ensina-nos que fortalecemos uma árvore quando cuidamos bem da sua raiz. Uma raiz forte exercerá benéficas influências sobre o tronco, os galhos, as folhas e os frutos que constituem essa árvore. Por sua vez, esse tronco, os galhos, as folhas e os frutos jamais deixarão de ter gratidão pela raiz que lhes dá origem e os mantém vivos. Em resumo, quando cuidamos da elevação espiritual dos nossos antepassados, cuidamos verdadeiramente da nossa raiz familiar, estabelecendo entre eles e os nossos descendentes um indestrutível elo de respeito, apoio mútuo e gratidão.

Messiânica

(Solo Sagrado de Guarapiranga – São Paulo/Brasil. Foto by Regina Célis Paz)

Os messiânicos acreditam em reencarnação?
Sim, nós acreditamos. O tempo que o homem leva para reencarnar é bastante variável, podendo a reencarnação ocorrer cedo ou tarde. A rapidez ou atraso são determinados pela própria vontade da pessoa. Quando alguém morre e tem muito apego a este mundo, reencarna mais cedo. Mas isso não traz bons resultados, porque no Mundo Espiritual a purificação é mais rigorosa e, quanto mais tempo o espírito lá permanecer, mais será purificado. Quanto mais purificado estiver, mais feliz será ao reencarnar. No caso de reencarnação prematura, a purificação não foi completa, restando impurezas que deverão ser purificadas neste mundo.

Os messiânicos creem que existam 180 camadas espirituais. O que são estas camadas?
Quando uma pessoa falece ela vai para uma das cento e oitenta camadas do mundo espiritual. Meishu Sama nos ensina que existem 180 camadas no mundo espiritual, sendo que 60 delas estão no plano superior, 60 no plano intermediário, 60 no plano inferior. As camadas mais elevadas correspondem ao mundo de luz, amor, altruísmo, felicidade, saúde, claridade, ordem, paz, riqueza e beleza; as camadas mais inferiores correspondem ao mundo de escuridão, ódio, egoísmo, sofrimento, doença, caos, conflito, pobreza e sujeira. Variando em uma dessas diferentes camadas, cada um de nós tem um nível espiritual. A felicidade depende de qual nível nosso espírito pertence. Quando um espírito tem muitos sentimentos negativos, sofrimentos e máculas ele é pesado e pertence às camadas mais densas sendo tanto mais inferior quanto mais pesado for. Ao contrário, quanto menos máculas e mais sentimentos positivos um espírito tem, mais leve ele é e pertence às camadas mais superiores, sendo feliz e iluminado. O nível espiritual é determinado pelas boas ações e virtudes que cada um pratica em vida.
Quando uma pessoa morre, seu espírito retorna para o mundo espiritual e vai para a camada correspondente ao seu nível espiritual. Não temos como saber que nível espiritual cada um tem, embora possamos inferir pelo nível de felicidade que essa pessoa tinha em vida. Nossas ações em vida, os cultos e orações, bem como os sentimentos que emanamos para esse espírito serão de grande importância para que ele possa se elevar mais rapidamente.

Os adeptos da igreja Messiânica podem ser cremados?
Os adeptos da igreja Messiânica podem ser cremados se este for o desejo da pessoa e de seus familiares, mas acreditamos que esta não é a melhor opção porque, como já dissemos, por mais preparada que a pessoa esteja para o falecimento ou por mais que acredite no mundo espiritual, ainda somos muito apegados ao mundo material e o espírito normalmente passa por um período de transição e adaptação nos primeiros cinquenta dias. A cremação poderia trazer uma dor ou dificuldade extra ao espírito nesta fase.

Dentre os rituais ligados à morte, o que os familiares fazem com os pertences da pessoa que morreu?
Nos primeiros 50 dias não mudamos os pertences do falecido de lugar e procuramos deixar tudo como ele deixou para evitar preocupações e ansiedades extras ao espírito. Buscamos um processo de desligamento e desapego gradativo para que seja o mais suave e fácil possível para o espírito que partiu.  Depois de 50 dias vamos doando seus pertences aos poucos.

Como é vivenciado o processo de luto pelos familiares e amigos?
De maneira geral o processo de luto deve ser vivenciado com muito respeito, mas sobretudo com naturalidade. Devemos procurar transmitir tranquilidade ao espírito que partiu, demonstrar nossa gratidão e pedir a Deus pela sua elevação. No dia a dia devemos seguir a nossa vida de forma natural, e é aconselhável procurar agradar aos que partiram sabendo que eles continuam a participar de nossa vida, agora a partir de outra dimensão. Como, por exemplo, dando continuidade a projetos que eles deixaram. Eu tenho uma tia que, embora pertença a outra religião, praticou o que se aconselha na nossa igreja. Seu esposo havia iniciado uma reforma na casa de praia e no jardim da casa. Ele gostava especialmente dessa casa e repetia muitas vezes ser o seu “recanto favorito no mundo”.  Essa tia deu continuidade a essa obra com todo carinho, procurando fazer exatamente como ele havia idealizado. Atitudes como essas deixam nossos ancestrais muito felizes.
É importante que no processo de luto procuremos nos centrar mais nas necessidades e sentimentos do espírito que partiu do que focalizar o nosso sentimento, o que em última instância acaba nos ajudando muito a superar a nossa tristeza e saudade.

Meu pai faleceu há três anos atrás e pude perceber como a religião pode me ajudar muito nesse processo de luto. No meu caso, o processo de desapego pelo meu pai já vem de 40 anos atrás. Primeiro, quando fui morar em outra cidade. No primeiro ano, chorava todos os dias ao falar com ele ao telefone e depois continuamos a nos falar todos os dias pelos 22 anos que morei longe dele. Depois, há 20 anos atrás, meu pai quase partiu para o mundo espiritual, quando passou por uma cirurgia de estômago que durou 6 horas. Todos nós familiares nos sentimos desesperados. A dor pela possibilidade de perdê-lo era insuportável. Nós literalmente acampamos no hospital por quase um mês, desrespeitando todas as ordens médicas. Novamente, no ano seguinte, após um acidente, meu pai quase parte para o mundo espiritual e novamente todos nós familiares nos sentimos desesperados. Foi neste ano que conheci a igreja Messiânica e, por causa do problema do meu pai, passei a buscar a ajuda com o Johrei. Ele se recuperou e quase todos nós familiares nos tornamos membros, ele faleceu 16 anos depois desse episódio. Nesses 16 anos, todos nós aprendemos e evoluímos muito a nossa fé através da Messiânica e a nossa reação foi bem mais calma. Meu irmão, que não havia se tornado membro, pode perceber claramente a diferença que a religião fez em nossa reação, ou seja, como nós que havíamos nos tornado membros estávamos mais fortalecidos e em paz, e isso fez com que ele também viesse a se tornar membro.

Quando meu pai morreu, a minha primeira reação foi de dor e perplexidade. Não queria acreditar. Estava casada há apenas seis meses e havia mudado de país. Fizemos tantos planos dele vir ficar meses conosco para conhecermos lugares novos, tudo parecia tão prematuro, porque ele não podia ter ficado aqui um pouco mais? Fazia quinze minutos que tinha falado com ele ao telefone. Um grande sentimento de inconformidade. Não, eu não queria acreditar. Mas logo tive que sair da minha dor e ser forte para consolar minha irmã mais nova que estava desesperada. Imediatamente fui invadida por um sentimento de fé e paz que só me fazia querer passar força para ela. No funeral, o mais inconsolável era o meu irmão, e o momento mais difícil foi na hora de fechar o caixão. Parecia que meu irmão iria desmaiar. Tentei falar com ele, mas ele estava apavorado, com medo. Nesse momento resolvi falar em voz alta para o espírito do meu pai: confie em Deus, pode ir em paz, tudo vai dar certo. Em instantes meu irmão se acalmou e este momento trouxe muita força para todos nós familiares. Nos primeiros dias sentia muita dor no peito, mas, juntos, nós familiares trocamos Johrei e fizemos muitas orações. Apesar da tristeza, sentia tranquilidade e conformação e cada vez que vinha um sentimento mais difícil, eu falava em pensamento com meu pai, que essa foi a vontade de Deus e que devemos aceitar e tudo ficará bem. O sentimento de querer sempre o melhor para o espírito do meu pai me movia e o sentimento de não querer preocupá-lo ajudou muito para que minha própria tristeza fosse se acalmando. O sentimento de querer ajudar meus irmãos, para que meu pai não se preocupasse com a dor deles, me fortaleceu e meu exemplo fortaleceu meus irmãos. Sempre que me sentia inconformada ou que achava que foi prematuro, pois tínhamos tantos planos, eu pensava: mas, quem sabe melhor do que Deus? Então procurava me ligar ao sentimento de gratidão por tudo que tivemos a permissão de viver e fazer, ao invés de pensar no que poderia ter sido feito: agradecia porque meu pai pode participar do meu casamento, conhecer a minha casa, de como ele e meu marido se gostavam, agradecia que meu pai teve mais 16 anos de vida depois dos riscos que passou e logo me sentia em paz novamente. Para o meu pai a família era o mais importante em sua vida, então, até hoje, quando tenho qualquer conflito com meu marido, minha mãe ou irmãos, me lembro das palavras dele e procuro fazer as pazes. Muitas vezes procuro agir de forma que o deixaria feliz.

Como pudemos observar, a igreja Messiânica nos traz uma nova compreensão para o advento da morte. Nós profissionais da saúde devemos estar atentos a esses detalhes para que possamos oferecer um melhor cuidado aos nossos pacientes.

Assim seja!

Nazaré Jacobucci
Psicóloga Especialista em Luto
Psychotherapist Member of British Psychological Society

Este post teve a colaboração da Fonoaudióloga Ivana Clark.

Referências:
Anjos ES. Modificações Litúrgicas como expressão do processo de transplantação: divergências e convergências nos rituais de passagem da Igreja Messiânica Mundial do Japão e do Brasil. Monografia. Curso de Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. São Paulo, 2009. 54p.
Igreja Messiânica Mundial do Brasil http://www.messianica.org.br/
Portugal: http://www.messianica.pt/faq/
Miwa MJ. Com o poder nas mãos: um estudo sobre o Johrei e Reiki. Tese (Doutorado) – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, USP. Ribeirão Preto, 2012. 123p.

 

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