“O que há em mim é sobretudo cansaço —
Não disto, nem daquilo, nem sequer de tudo
ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço”
(Poesias de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa)
Nestes tempos angustiantes de pandemia, tempos de notícias difíceis, iniciamos a segunda quinzena de abril com 3,034,587 de pessoas mortas em decorrência de complicações da COVID-19, tempo de experenciarmos perdas irreparáveis, perdas reais e simbólicas, perdas inimagináveis que nos levam a vivenciar sentimentos difusos e, muitas vezes, inomináveis. Após um ano de pandemia, estamos todos extenuados fisicamente, psiquicamente e emocionalmente. Estamos todos exaustos!
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