Histórias

Conte-nos a sua História, pois este é um espaço dedicado a quem vivenciou ou está vivenciando um processo de Luto e que recebeu e/ou está recebendo cuidados especializados.

Elaborar o luto é um processo, é um renascer, um recriar de si mesmo. Uma possibilidade de ressignificar a própria vida atribuindo-lhe um novo sentido.

Nazaré Jacobucci
Pós Graduada / Mestranda em Cuidados Paliativos na Fac. de Med. na Univ. de Lisboa
Psicóloga Especialista em Luto
Especialista em Psicologia Hospitalar
Psychotherapist Member of British Psychological Society (MBPsS/GBC)
http://www.perdaseluto.com

23 comentários sobre “Histórias

  1. É a primeira vez que vejo algo na internet sobre luto, não que não tenha opções , apenas vejo que o
    momento não havia chegado. O luto vem fazendo parte da minha vida desde muito cedo, perdi algumas coisas importantes, perdi pessoas e me perdi. O ” mergulho intenso” na dor, a falta de força para seguir foi avassaladora, mas quero dizer ; quem tem amigos e família , tudo pode. Fui salva deste “mergulho intenso”, quase sem volta porque tinha nos meus braços a minha filha (que no momento tinha apenas 6 meses de vida) que necessitava do meu amor , do meu leite materno para continuar sua história, a nossa história.
    A vida é linda, temos que viver de forma plena e sempre fazendo o bem.

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  2. Oi Nazaré, ótima a sua página. Parabéns. Sou psicóloga também, professora da UERJ. Também sou uma pessoa que perdeu seu marido depois de 44 anos de casamento, há três anos e meio. Publiquei um livro de meus escritos para ele no primeiro ano: De amor e de luto (Editora Multifoco) http://www.editoramultifoco.com. Tenho também uma página no FB com o mesmo nome. Um abraço.

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  3. Acho que hoje tudo se resume em apenas uma palavra : Saudades. Minha cachorrinha faleceu ontem dia 13/06/16 por volta das 12:15hs.
    Tínhamos ela, uma mistura de fox paulistinha, que interagia por completo a minha vida e a da minha esposa e temos mais 3 Rottweilers. Lara, que era o seu nome, morreu com 9 anos e 1 dia depois do seu aniversário. Em casa, sou eu e minha esposa apenas e Lara me escolheu para ser seu predileto, Quando decidimos ter um cachorrinho pequeno a 9 anos atrás, não imaginávamos que ela seria tão intensamente forte participante em nossas vidas. Uma cadelinha que mudaria toda uma forma de ver e sentir os animais, como parte de nossas vidas. Lara me adotou como seu guia, como seu braço forte que a livraria de pequenas encrencas perante os outros cães de casa, ela me via como seu médico, se amigo e nem sei se é exagero dizer, mas acho que ela me via como seu pai.
    Nosso amor era muito forte.
    Um acidente doméstico provocou a morte dela e com isso, nossas alegrias se foram. Sinto falta dos grandes afagos que trocávamos, da comida que repartíamos, da água que bebia em minha mão, das lambidas e dos beijos. Nadávamos juntos e tínhamos planos.
    Eu e minha esposa fazíamos planos pra quando ela ficasse velhinha, qual comida daríamos, quais brincadeiras serão menos penosas à ela. Planejávamos tudo isso 1 dia antes da morte dela. Pensava nesse mesmo dia, em eu tirar muitas fotos dela, pra ter um dia quando da sua morte por idade, termos mais do que lembrar.
    Chegamos em casa para o almoço e ela não veio ao nosso encontro. Fui procurá-la na sala e me deparei com uma cena triste, horrível. Larinha estava com o pescoço quebrado, porque tentou sair da sala por uma janela tipo ” guilhotina ” que nós mantínhamos ligeiramente aberta, suspensa por um calço para que o ar entrasse na sala e Larinha não sentisse muito calor.
    Ela estava entrando no cio e tentou sair da sala por aquela fresta para ir de encontro à um macho Rottweiller que temos aqui. Nessa tentativa e apoiada por uma bicicleta ergométrica que estava próximo à janela, ela pôs a cabeça na fresta e, presumo eu, deva ter se desequilibrado e afastou o calço da janela e a mesma caiu no seu pescoçinho e provocou a sua morte.
    Foi por minutos. Imediatamente segurei a Larinha em minhas mãos enquanto minha esposa suspendia a janela e cortava a tela de mosquiteiro, parte presa em seus dentinhos. Quando à tiramos de lá, estava sem vida. Seu corpo estava quente, suas fezes estavam quentes e com cheiro de recém evacuadas. A embrulhei em sacos pretos, cavei uma cova no fundo do meu quintal e a sepultei, entre orações e choros.
    Hoje, me deparei falando com ela, oferecendo comida para ela como parte do ritual diário.
    Nós a amamos muito. Ela se foi, mas seremos eternos amigos. Nosso amor foi e sempre será incondicional, como devem ser os grandes amores.
    Pensamos na hipótese de continuar dando todo esse amor a um outro cachorrinho, que se possível, será adotado, mas isso terá seu tempo certo de acontecer.
    A saudades e a dor caminham juntos no nosso luto por ela. Ela será lembrada sempre. Só espero que essas lembranças passem à ser só de amor, sem dor. A dor da perda.
    Grato

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  4. Boa tarde!
    Minha mãe faleceu em fevereiro e ainda estou no processo de luto, pois sinto que meu coração aperta muito em determinados dias e com algumas lembranças que tenho todos os dias praticamente. A morte dela foi uma surpresa, pois ela estava bem, em princípio. Ela estava em tratamento com um cardiologista há três anos e ele não tinha visto que ela tinha arritmia cardíaca e todos os sintomas que ela sentia há meses e meses era tratado como ansiedade. No inicio do ano, todos os finais de semana de Janeiro foram nos hospitais, pois ela passava muito mal e todos os médicos diziam que ela estava bem e que era mais uma crise de ansiedade. Em fevereiro quando levei ela num novo cardiologista já foi tarde, pois estava avançado demais e foram dias terríveis entre hospital e UTI. Passados sete meses, a revolta dos médicos já amenizou mas as perguntas ainda são diversas e para enfrentar determinadas situações com as casas que ela tinha e que preciso cuidar, fica muito difícil, pois cada vez que chego próximo das casas meu coração aperta tanto que não consigo controlar as lágrimas e a saudade, não tendo forças às vezes para ir até lá e resolver o que preciso. Em meio a isso, tive a ideia de procurar algo na internet que falasse sobre isso e encontrei seu blog. Já pensei em escrever sobre meus sentimentos, pois gosto de escrever e penso que talvez tenha pessoas como eu que precisariam ver que há outras pessoas que sentem como eu e que é difícil para os mesmos, assim como é pra mim.
    Obrigada!

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  5. Boa tarde.
    Hoje está fazendo 1 ano que me separei fisicamente de meu filho. Uma criança com paralisia cerebral de alto comprometimento, dependente para todas as suas funções mas de um sorriso enorme e grato em todos os momentos. Foram 20 anos de convivência e ainda lágrimas, escorrem sem pedir licença, nos momento mais improváveis. Tenho uma família amorosa, uma Fé religiosa que me consola mas como é difícil ter vida própria e redirecioná-la…
    Penso que muitas pessoas passam por momentos igual ao meu, e até piores. E tentando fazer alguma coisa útil com esta dor, tive um pensamento de criar um grupo onde pudesse compartilhar experiências, falar de vida , morte e do luto.Não sei quando … mas, talvez pra mim seja o caminho. Foi quando buscando algo de inspiração na internet, cheguei ao seu blog. Parabéns pelo trabalho, tenha certeza que é de grande ajuda.

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  6. Boa Tarde Nazaré, meu nome é Claudemir eu faço parte da capelania que atua em um hospital e trabalho também com pacientes paliativos e gostaria de me especializar em trabalhar com o luto dos familiares também sei que não é uma coisa fácil. Mas, com a ajuda de Deus e sua ajuda posso melhorar nos atendimentos desde já te agradeço.

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  7. Eu perdi alguém importante há cerca de 1 ano e um mês. Eu queria escrever essa história de uma maneira prática, mas o luto não é nada prático. Tudo se altera quando perdemos quem amamos, no meu caso, meu primo de 17 anos. Ele era um bom garoto, e cheio de fé. Tocava violino na igreja, e era um ótimo músico. Estava prestes a terminar o ensino médio, concluir o ensino e cursar medicina, ao menos, é o que dizia. Quando crianças éramos apegados, eu simplesmente detestava a ideia de pensar que um dia ele cresceria. Mas ainda bem que cresceu, e mostrou ao mundo a luz que coexistia dentro de si. Todos os natais estávamos juntos, e também no ano-novo. Tínhamos o hábito de ir ao parque, onde eu corria, e ele jogava bola.
    O nome dele era Mateus, excelente aluno de matemática. Ainda tento me apegar as memórias, com o tempo parece que a gente até cria algumas para que nem tudo se apague. Foi difícil me desvincilhar do dia em que ele morreu. Ele e a mãe, minha tia, moravam no nordeste, eu estava indo viajar para lá. Cheguei no dia 2 de Novembro, e no dia 4, estávamos conversando pelo WhatsApp quando ele me perguntou se poderia me buscar na casa da minha tia, ele estava de moto. ( No interior os meninos podem andar de moto de uma pequena distância) A perguntava ficou pairando lá. Não me lembro mais qual, só lembro de não ter respondido. E no instante seguinte ver minha mãe chorando, e me dizendo que ele havia morrido. Então é onde a lembrança fica embargada, o choque inicial, o riso nervoso e a frase: Não, não é isso. Ele está machucado, mas vai ficar bem, não é? Mas eu vi nos olhos da minha mãe que ele não ficaria. Então, partimos para o velório na casa dele. Havia tantas pessoas, tantos rostos desconhecidos, e eu só queria encontrar um que eu nunca mais veria. Um bilhete em cima da mesa para mãe dele, dizendo que ele voltaria logo, o celular em cima da mesinha. Era para ser rápido, ele tinha dado uma saída para buscar um papel do Enem na casa da namorada, qual descobri que era namorada no velório. Eu e ele combinamos de contar nossas novidades só pessoalmente, e esse dia nunca chegou. Ainda dói, e qualquer morte me dói. Não é pra ser fácil, e eu sei que as pessoas dizem que precisamos superar, como se existisse um prazo. A dor não possui prazo, a perda tampouco. A gente só aprende a lidar, conviver com as lembranças, com que ficou. Doeu porque era alguém tão jovem e tão fiel a Deus ser levado dessa maneira, com planos e expectativas. Doeu pelo amor que ele nunca pôde viver. E por tudo que eu tinha para contar. Para entender da morte, basta estar vivo.

    Obrigada pela atenção.

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    • Olá Maria Gabriela! Sinto muito por sua perda, meus sentimentos. Obrigada por compartilhar conosco sua história. De fato a dor do luto não tem prazo para terminar e nós não superamos a dor, nós assimilamos a perda no nosso tempo e aí passamos a compreender a realidade da perda. Abs, Nazaré Jacobucci

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  8. Olá! a exatamente 1 mês e três dias eu estou vivendo o maior pesadelo da minha vida. No dia 08 de fevereiro perdi meu sobrinho de 1 aninho e 2 meses por meningite meningococica. Foi um choque, filho único da minha irmã mais velha, o xodózinho da família e isso não é tudo: Pra completar meu pesadelo no dia 10 de fevereiro, dois dias depois de enterrar meu sobrinho, perco meu companheiro em um terrível acidente de moto! Não existem palavras que possa descrever para vcs o que eu e minha família sentimos, simplesmente é surreal. Nao tem explicação, não da pra aceitar é uma dor que não tem fim que sufoca todas as noites e todos os dias, vontade de morrer, nada mais tem graça tem sentido. Simplesmente perdi a vontade de viver.

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    • Olá Larissa! Sinto muito por suas perdas, meus sentimentos. Posso supor que estejas de fato entorpecida pela dor por essas perdas. Como forma perdas muito significativas o ideal seria ter ajudada de um especialista em luto, para ajudá-la a compreender aspectos traumáticos dessa situação. Caso precise de algo me escreva um email. Abs, Nazaré Jacobucci

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  9. Já se passaram 19 dias, mas parece que foi nesse exato momento. A angústia, o aperto no peito a dor sufocante não passam. As lágrimas continuam a rolar sem controle, não consigo tirar da minha memória tudo que aconteceu. Meu grande amor se foi, e nada foi possível fazer. Nossa vida feliz, cheia de brincadeiras e alegria. Tudo se foi, muitas palavras lindas e promessas fizemos um para o outro, muitos momentos felizes. Mas, ainda assim, sinto que ainda tínhamos muito pra viver juntos. Enfrentaria tudo que enfrentei pra estar ao lado Dele novamente. Ele, meu amigo, meu confidente, meu protetor, meu anjo que jamais esquecerei. Lembro-me de uma das últimas conversas que tivemos, na qual Ele perguntou se eu tinha noção do tamanho do amor Dele por mim, nossas conversas sempre aberta e franca. Quanta falta! Hoje me fechei para o mundo, não foi só o marido que perdi, também perdi meu melhor amigo com quem compartilhava meus medos e minhas angústias.
    As pessoas se aproximam perguntam se esta tudo bem, meu coração se rasga, sinto vontade de correr e fugir de todos, os sorrisos em minha sala me congelam. Fico paralisada, diante da felicidade alheia, como se isso me machucasse ainda mais, na minha cabeça acredito que as pessoas deveriam sentir o que sinto. Triste ilusão, com tudo que esta acontecendo aprendi que o mundo não para pra sentir sua dor, a ausência da pessoa que você ama, não faz diferença, só você e os poucos que estão ao seu lado sentem a ausência.
    A vida é cheia de surpresas, sempre quando acontecia algum acidente, ficava pensando na família, na situação desesperadora pela qual passavam, imaginava a dor terrível. Mas tudo que imaginei, não chegou nem perto do que tenho passado. A dor de perder quem se ama é insuportável, nunca mais abraçar. Hoje eu entendo o verdadeiro sentido da palavra saudade, sei que preciso acalmar meu coração. Pedir socorro a Deus, ocupar minha mente. Voltar a sorrir pelos meus filhos, Eles precisam que eu esteja bem. Cada ida pra casa é uma tortura, não consigo acreditar que o anjo da minha vida se foi. Nossa linda história juntos acabou, a morte terrível e tenebrosa nos separou para sempre, ficou o gosto amargo da impotência, tento ser forte e sorrir para nossos filhos, mas não consigo.
    Em nossas conversas Ele sempre falava que seria pra sempre, que se um de nós partisse primeiro iríamos dar um jeito de estar próximo um do outro sempre, parece estranho, mas fico esperando alguma manifestação Dele. Desde que ocorreu essa tragédia não há um só dia em que não chore. Sinto um vazio tão grande em minha vida, não sei como posso arrumar isso. Penso nas crianças, por falar em crianças. Não consigo suportar o sorriso Delas, pra mim chega a ser ofensivo, tenho que melhorar por Eles. Está tão complicado. Meu Deus por que o Didi se foi tão cedo, sinto tanta saudade de seu abraço. Sinto ódio de mim, quero muito um dia poder reencontrar. Como dói a falta que Ele faz. Perdi a vontade de viver, ficou tudo amargo. Nossos planos foram todos embora, cada dia tem sido um desafio. Tudo tão escuro, todos os dias revivo essa angústia, queria tanto que fosse um pesadelo. Tudo dói. Queria tanto acordar e poder abraçar tocar as mãos Dele, sentir a respiração Dele. Meu Deus que saudade. Não consigo controlar meus pensamentos, não sei o que vai ser da minha vida, tão difícil… A segurança do abraço Dele, tantas vezes desejei que a hora parasse quando estávamos juntinhos. Agora só me resta chorar todas as lágrimas do mundo, as pessoas dizem que com o tempo essa dor vai ficar menos intensa, não tenho esperança, sei que nunca, nunca na minha vida encontrarei alguém que preencha o vazio que sinto nesse momento. Nascemos um para o outro, somos almas gêmeas que foram brutalmente separadas pela morte fria e cruel. Sei que dificilmente em minha vida terei felicidade, perdi minha joia, meu único e verdadeiro amor. Morri com Ele, minha alma, meus pensamentos, está tudo com Ele. Meu corpo somente se arrasta dia após dia nessa vida que ainda suporto pelos meus filhos.
    Cada dia que se passa vou descobrindo novos sentimentos. Hoje parece que explodiu uma granada dentro de mim, e agora estou tentando juntar e colar os caquinhos. Sinto tanta falta que nem consigo explicar. Meu Deus tanta gente ruim e perversa nesse mundo, que vive pra fazer as outras pessoas infelizes e essa tragédia foi acontecer logo comigo. Sinto raiva de Deus às vezes, não consigo entender o porquê de tudo isso.
    E eis que surge um novo paragrafo, depois de um pouco mais de um mês descubro que estou gravida, meu Deus! Parece que minha vida foi jogada em um liquidificador nesse ano e tudo que era não é mais e tudo que não era passar a ser. Estou surpresa, e já consigo ver um pouco de luz em mim novamente, saber que dentro de mim existe mais uma sementinha de nosso amor, tem me ajudado a conseguir me alimentar. Agora sinto mais forças pra levantar e encarar a vida. Sei que é chocante para a maioria das pessoas estar grávida do quarto filho, sem o amparo do marido. Mas não ligo para a opinião de ninguém, sei que Ele queria e se aconteceu de ser agora deve ter um sentido, espero compreender um dia.

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  10. Olá! Meu nome é Fabiana, tenho 41 anos e perdi minha filha de 9 anos a pouco mais de 30 dias. Ela lutava desde os 5 anos contra tumores cerebrais, já tinha feito 5 cirurgias de remoção de tumores e estava fazendo quimioterapia pela segunda vez. Nessa segunda vez, a quimio foi muito agressiva, deixou ela muito fraca e debilitada e ela acabou pegando um vírus e uma bactéria. Teve 3 paradas cardio respiratórias e na terceira ela não conseguiu voltar mais. Teve várias complicações e falência múltipla dos órgãos. Apesar da saudade e do grande vazio que ela deixou, ela foi uma filha maravilhosa, uma verdadeira guerreira, lutou até sua última força e nunca se queixou de nada, estava sempre sorrindo e sempre bem. Tenho muito orgulho dela e sou muito grata e muito feliz por ter tido ela em minha vida. A dor da perda é insuportável, dói demais, cada dia que passa parece maior, mas como tenho outro filho mais novo, vivo para ele agora e todas as atenções estão voltadas para ele agora. Mas é uma tarefa árdua e muito difícil, parece que nunca vai passar.

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